Bosque Rodrigues Alves
O Bosque Rodrigues Alves é uma das surpresas
que Belém reserva para o visitante. No corredor viário mais importante da cidade, a
Avenida Almirante Barroso, um bosque secular com 2.500 espécies nativas, um orquidário e
passeios de canoa, oferece a quem o procura belos finais de semana de paz e
tranqüilidade.
Foi Criado em 1883, durante o governo de Antônio Lemos, aficcionado pela idéia de transformar a fisionomia da cidade. O bosque, como é carinhosamente chamado pelo paraense, é inspirado no "Bois de Boulogne" em Paris.
No bosque predominam
essências florestais como: maçaranduba, acariquara e acapu. Conta também com a
carapanauba branca, o marupá, o cedro vermelho, além da famosa seringueira, que tanta
riqueza trouxe à região em épocas passadas; da andiroba, usada na região para fins
medicinais e da majestosa castanheira sapucaia uma das maiores árvores da floresta
equatorial.
A fauna é rica de espécies regionais, abrigando animais em cativeiro,
como: arara, macaco-prego, tucano, jandaia-verdadeira, garça, periquito asa branca,
jabuti, jacaré, papagaio e ararajuba. E outras espécies em liberdade, como: cutias,
macacos-de-cheiro e preguiças.
O bosque conta ainda com um aquário com várias espécies originárias
da amazônia, como: bengalinha, acará-bandeira, rosaceus, arraia-motoro, corydoras,
acará-apaiari, acará-disco entre outros.
A arquitetura conta com obras como o monumento aos Intendentes
Municipais, a estátua aos legendários guardiões da floresta Mapinguari e Curupira, o
quiosque chinês, o chalé de ferro e o portão monumental da entrada principal.
O Bosque é uma importante área de lazer da cidade, um passeio
imperdível e uma oportunidade sem igual de apreciar a natureza, vivendo um pouco da
história, da fauna , flora e arquitetura da região.
